Esta tese do Christian Albrechts merece ser lida por todos aqueles que se interessam sobre aplicações de modelos de agentes nas áreas de Macroeconomia e Economia Monetária.
Sobretudo o capítulo 4, que descreve o modelo fundamental para iniciar os estudos nessa linha de pesquisa.
O objetivo do blog é contribuir para o debate sobre assuntos envolvendo macroeconomia, investimentos, valuation de ações e ciência de dados. Divulgarei aqui também alguns resultados das minhas pesquisas sobre estes temas.
quarta-feira, 18 de julho de 2018
terça-feira, 17 de julho de 2018
Finanças e guardanapos
Alguns conceitos importantes sobre Finanças escritos em guardanapos de papel.
A dica é do Prof. Pedro Ricardo Del Santoro, da FURG (Univ. Fed. do Rio Grande).
A dica é do Prof. Pedro Ricardo Del Santoro, da FURG (Univ. Fed. do Rio Grande).
Why information grows - Cesar Hidalgo
Cesar Hidalgo, do Laboratório de Mídia do Massachusetts Institute of Technology, fala sobre como o conhecimento ajuda as economias globais e aumentam o potencial de crescimento delas.
segunda-feira, 16 de julho de 2018
Um artigo clássico sobre a Economia da Complexidade
O físico estatístico chileno César Hidalgo (MIT) e o economista venezuelano Ricardo Haussmann (Harvard) são dois dos mais conhecidos pesquisadores sobre complexidade do planeta.
Em outro post comentarei sobre a pesquisa seminal que ambos desenvolveram sobre o "product space".
Por enquanto, deixo aqui este artigo de 2009 sobre os gaps que estão ampliando-se cada vez mais na renda per capita entre os países. Trata-se de uma das questões mais debatidas na economia do desenvolvimento.
Ambos colocam a abordagem da complexidade como capaz de fornecer uma boa explicação para este fenômeno.
Mencionam que Adam Smith e as recentes teorias de crescimento endógeno, embora tenham feito esforços meritórios, não chegaram a uma explanação plausível, pois ainda não existiam medidas de complexidade capazes de analisar o tema de forma acurada e precisa.
Portanto, antes da abordagem da complexidade, aqueles estudos ressaltavam o papel da acumulação de fatores de produção agregados, como capital físico e humano ou medidas institucionais gerais, como o Estado de Direito. Mas, segundo os autores, não havia uma análise acerca da sua especificidade e complementaridade.
Nesse sentido, eles apresentam uma técnica que utiliza dados econômicos disponíveis para desenvolver medidas da complexidade dos produtos e dos países.
E mostram que: (i) essas medidas capturam informações sobre a complexidade do conjunto de capacidades disponíveis em um país; (ii) estão fortemente correlacionadas com a renda per capita; (iii) são capazes de fornecer boas previsões sobre crescimento futuro; e (iv) também são preditivas da complexidade das exportações futuras dos países, o que traz à tona um relevante argumento empírico de que o nível de desenvolvimento está de fato associado à complexidade dos setores econômicos de um país.
Em outro post comentarei sobre a pesquisa seminal que ambos desenvolveram sobre o "product space".
Por enquanto, deixo aqui este artigo de 2009 sobre os gaps que estão ampliando-se cada vez mais na renda per capita entre os países. Trata-se de uma das questões mais debatidas na economia do desenvolvimento.
Ambos colocam a abordagem da complexidade como capaz de fornecer uma boa explicação para este fenômeno.
Mencionam que Adam Smith e as recentes teorias de crescimento endógeno, embora tenham feito esforços meritórios, não chegaram a uma explanação plausível, pois ainda não existiam medidas de complexidade capazes de analisar o tema de forma acurada e precisa.
Portanto, antes da abordagem da complexidade, aqueles estudos ressaltavam o papel da acumulação de fatores de produção agregados, como capital físico e humano ou medidas institucionais gerais, como o Estado de Direito. Mas, segundo os autores, não havia uma análise acerca da sua especificidade e complementaridade.
Nesse sentido, eles apresentam uma técnica que utiliza dados econômicos disponíveis para desenvolver medidas da complexidade dos produtos e dos países.
E mostram que: (i) essas medidas capturam informações sobre a complexidade do conjunto de capacidades disponíveis em um país; (ii) estão fortemente correlacionadas com a renda per capita; (iii) são capazes de fornecer boas previsões sobre crescimento futuro; e (iv) também são preditivas da complexidade das exportações futuras dos países, o que traz à tona um relevante argumento empírico de que o nível de desenvolvimento está de fato associado à complexidade dos setores econômicos de um país.
sexta-feira, 13 de julho de 2018
Machine learning e causalidade.
Quer começar a entender um pouco melhor um dos tópicos mais "quentes" na literatura de métodos quantitativos em Economia?
Sim, o tópico é machine learning e causalidade.
Um bom ponto de partida para estudar o tema é este texto aqui.
domingo, 30 de abril de 2017
Séries temporais no Mathematica
Gosia Konwerska analisa algumas das ferramentas para séries temporais no Mathematica (Wolfram) .
Este vídeo é uma apresentação que ela fez no Wolfram Technology Conference.
Este vídeo é uma apresentação que ela fez no Wolfram Technology Conference.
quarta-feira, 1 de março de 2017
O livro de Economia Computacional do Thomas Sargent
O livro do Thomas Sargent e John Stachursky sobre Economia Quantitativa com o uso das linguagens Python e Julia talvez seja a melhor notícia da Economia Computacional em 2017.
O livro é sensacional e seu pdf está disponível neste link.
Espero que, tendo sido escrito por um cara como o Sargent, ele ajude a consolidar a noção de que economistas devem aprender pelo menos uma linguagem de programação científica (Python, Mathematica, Matlab, R, Julia, Maple etc.). Se possível, ainda na graduação e logo após cursar Cálculo, Álgebra Linear, Estatística e Econometria.
Em um futuro próximo saber elaborar códigos será um diferencial importante para o economista profissional (acadêmico ou não).
O livro é sensacional e seu pdf está disponível neste link.
Espero que, tendo sido escrito por um cara como o Sargent, ele ajude a consolidar a noção de que economistas devem aprender pelo menos uma linguagem de programação científica (Python, Mathematica, Matlab, R, Julia, Maple etc.). Se possível, ainda na graduação e logo após cursar Cálculo, Álgebra Linear, Estatística e Econometria.
Em um futuro próximo saber elaborar códigos será um diferencial importante para o economista profissional (acadêmico ou não).
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